domingo, 23 de junho de 2013

MATEMÁTICA DE CONCURSO

Dado que 1 ≤ x ≤ 4 e 13 ≤ y ≤ 20, então

(A) o valor máximo de x/y é 20
(B) o valor mínimo de x/y é 1
(C) o valor máximo de x/y é 4
(D) o valor máximo de x/y é 4/13
(E) o valor máximo de x/y é 5


quarta-feira, 12 de junho de 2013

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS

          A direção da nossa Escola, juntamente com os professores e equipe pedagógica de 2012, parabeniza aos alunos do atual 1º ano do Ensino Médio, pelo desempenho nas avaliações externas do PROEB (quando estavam no 9º ano), pois o resultado foi muito bom, ultrapassando a meta exigida pela SRE.
          Esperamos que o 9º ano deste 2013 sejam as novas estrelas do PROEB para o ano que vem.
          Contamos com vocês!


 Turma do 1º ano A
 Turma do 1º ano B
Nós, da direção, agradecemos o resultado conquistado e torcemos para os novos alunos terem o mesmo sucesso.
(da esquerda para a direita: Simony, Patrícia, Márcio e Edima)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

QUE CONTA EU FAÇO?


Muitas vezes, ao se ensinar Matemática, me deparo com um grande desafio: despertar a atenção dos alunos para o querer aprender Matemática. Eu sempre digo que ensinar os alunos a fazer conta é a coisa mais fácil que existe, o difícil é ensiná-los a "pensar matemática". 

Ao se estudar álgebra ─ dentre outros temas ─, é comum ouvir de um ou outro aluno: “Porque eu tenho que aprender isso?” Minha vontade é responder: “Para trabalhar como estivador? Nenhuma.” Opto, então, por divagar sobre o pacote cultural que se ensina nas escolas que, de um modo geral, nunca é usada pelo comum dos estudantes de baixa renda.

A base do ensino Matemática deveria ser a conceituação da Matemática relacionando-a permanentemente com o mundo atual que nos cerca. E quando digo base, digo os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Ensina-se muito (principalmente em escolas públicas) ao aluno associar Matemática ao fazer contas e limita-o às continhas básicas e “chatinhas”. Deveria-se, no entanto, a despertar nessas crianças dos anos iniciais o “sentir prazer em aprender” na descoberta da Matemática como ferramenta do cotidiano. Esta é a mais básica filosofia escolar: o prazer no aprender.

É importante que o aluno aprenda e domine os principais conceitos apresentados, uma vez que a Matemática é uma poderosa linguagem de estudo e desenvolvimento, qualquer que seja a área do conhecimento pretendida pelo aluno.

No campo teórico, fazer o estudante interagir a Matemática com o mundo em que vive é fácil. Contudo, na prática, fazer com que ele veja cada atividade realizada como um estímulo ao desenvolvimento do seu raciocínio, fazendo com que melhore sua maneira de pensar desafios não é das tarefas mais fáceis. Essa prática nos leva a ver a resistência do comum da classe estudantil pública em se elevar a um patamar mais racional da condição humana.

Particularmente acredito em uma “cura” em longo prazo para todo o desinteresse verificado atualmente. Se me permitem a comparação, a qualidade de uma planta está no terreno onde germina a semente. Assim, a qualidade de um adulto está no seio familiar, em seus anos iniciais. Ouso, então, transferir o problema da educação, de um modo geral, para os anos inicias do estudante; e é lá que — acredito — o governo deveria concentrar seus esforços. Pois, que adianta cobrar o sabor de uma maça semeada em um areal?